KTM na MotoGP traz bons retornos aos cofres($$$).

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Hubert Trunkenpolz, membro do conselho da KTM, anunciou a entrada da equipe de MotoGP dos austríacos há quatro anos, e tudo vem saindo como planejado. A KTM bate recordes de vendas e quer vender 400 mil motocicletas em 2022.

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O austríaco, Hubert Trunkenpolz, tornou-se membro do conselho da KTM de marketing e vendas, e colocou em ação a entrada na MotoGP.

“Tinhamos que ir para a categoria rainha. Eu recuperarei os custos extras desse processo com vendas adicionais de motocicletas”, anunciou a Trunkenpolz na primavera de 2014, cujo sobrenome de inicial T está no nome da montadora(KTM).

“A corrida faz parte do nosso DNA”, diz Trunkenpolz. “Podemos nos orgulhar do que já conseguimos em outras competições. Porque também somos bem sucedidos no Rally Dakar, no Campeonato Mundial de Motocross e no cenário Supercross dos EUA. O que nós não temos é título do Campeonato Mundial de MotoGP, que era o “elo perdido” para nós. Como resultado, nunca fomos capazes de oferecer aos nossos talentos da Moto3 oportunidades de carreira adequadas. Agora estamos na Moto2 e MotoGP para este fim.”

De fato, Johann Zarco é o primeiro piloto da Rookies Cup com a KTM na MotoGP. Miguel Oliveira vai ser em 2019 o primeiro piloto da KTM vindo da Moto2 e Moto3 com nossos equipamentos.

Trunkenpolz: “Aumentamos significativamente o nossas vendas através da entrada na MotoGP. Também nos beneficiamos economicamente, vendendo 239.000 motocicletas pela primeira vez no ano passado e estabelecendo novos recordes com vendas de 1,5 bilhão de euros. O valor de reconhecimento da nossa marca melhorou significativamente. Além disso, estamos vendendo mais e mais motocicletas de rua, depois de já termos participações de mercado de até 70% e 80% no segmento off-road”.

A KTM quer continuar a crescer e abrir novos mercados com o slogan “Ready to Race”. O CEO Stefan Pierer quer vender 400 mil motocicletas até 2022 e fazer da segunda marca Husqvarna ao lado da KTM e da BMW a terceira maior fabricante de motocicletas da Europa.

“Nós viemos do cenário off-road, mas agora vendemos mais motocicletas on-road do que off-road”, diz Hubert Trunkenpolz.

Diferentemente da BMW, Ducati e Triumph, a KTM e a Husqvarna não planejam expandir o alcance para motores de três ou quatro cilindros da série.

A KTM e a Husqvarna empregam mais de 79 pilotos de fábrica este ano e mais de 500 membros da equipe nas equipes de fábrica. Até agora, os “laranjas” já ganharam 288 títulos no Campeonato Mundial, dos quais 137 são Campeonatos Mundiais de Construtores, 151 são títulos de Campeonato Mundial de Pilotos. O primeiro título mundial, o russo Gennady Moiseyev garantiu 1974 Wohlen / Suíça nos campeonatos de motocross 250 cc.
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Matéria originalmente traduzida do site Speedweek.com