Lorenzo terá que se contentar com um pequeno salário?

Jorge Lorenzo chega a Le Mans com apenas seis pontos na classificação geral do campeonato e uma negociação para a renovação com a Ducati que promete ser amarga na ausência de resultados. As atualizações na Desmosedici, e especialmente no chassis, deixam a esperança de um bom desempenho mas são necessários pontos importantes para olhar em frente de uma forma mais positiva.

 

Le Mans é um bom circuito para Jorge Lorenzo. Desde a sua estreia no MotoGP em 2008 venceu cinco corridas, no ano passado cruzou a meta em sexto lugar. “Depois do que aconteceu em Jerez, estou ansioso pela corrida de Le Mans. Como eu disse depois da corrida, a informação que recebemos na Espanha foram muito positivas. Além da minha queda, trabalhamos bem durante todo o fim de semana e melhoramos o meu sentimento com a moto. Na corrida mesmo não tendo o melhor ritmo provei ser um dos mais rápidos. Este deve ser o nosso ponto de partida em todos os Grandes Prémios”.

No teste de Mugello, Lorenzo também teria encontrado algumas atualizações no chassi que parecem dar bons sentimentos. “Meu objetivo é sempre o mesmo: ser competitivo desde o primeiro dia e estar liderando a corrida. Estou cheio de energia e mal posso esperar para correr em uma pista onde já comemorei muitas vitórias”.

Enquanto isso, a espera pela renovação com a Ducati continua complicada, atualmente focada na renovação de Dovizioso, que deve ser oficial antes da etapa de Mugello. A hipótese da Suzuki parece um tanto distante e para Jorge Lorenzo não bastaria se contentar com um minicontrato com bônus em caso de vitórias. Outras opções não parecem possíveis com as vagas das motos oficiais quase completas. Uma hipótese da KTM também deve ser descartada, que ainda tem uma vaga disponível na equipe satélite da Tech3.